A tia tá de volta! \o/
Continuo aqui a aventura de Uldyssian e seus amigos! 😀

Eu gostaria de ter mais imagens para ajudar a ‘visualizar’ o que está acontecendo, atualizo esse post se eu achar mais ilustrações! Prioridade é o ‘textão‘!

Boa leitura!

Não preciso falar que tem spoiler, né?


Apesar do plano inicial do Uldyssian ser recomeçar a vida, Lylia queria convencê-lo do contrário. Queria que ele falasse ao povo, não aos clãs de magos ou aos nobres, tinha certeza que o povo ouviria o que ele tem a dizer: prometendo que seriam como ele, maior que as duas religiões. Mas Uldyssian ainda tinha dúvidas.

Enquanto buscavam alguma coisa para comer encontraram uma planta morta, Lylia então pediu que Uldyssian tentasse revivê-la. Ele conseguiu e ficou em choque. Lylia foi capaz de fazer uma planta florescer, algo em menor escala, e acreditou que seu poder foi despertado depois de ter sido curada por ele anteriormente. Então as dúvidas de Uldyssian acabaram, os humanos seriam donos de si mesmo! O que aconteceu depois… +18 ( ͡° ͜ʖ ͡°)

Serenthia já tinha sacado que eles estavam juntos e, enciumada, comentou com Mendeln que Uldyssian seguia Lylia como um filhotinho obediente. Mendeln, que não entende nada desses assuntos, preferiu mudar de assunto deixando ela bem irritada. Quando Achilios chegou e viu como ela estava, achou que Mendeln tinha contado a ela sobre a morte de Cyrus e acabou falando tudo enquanto dava bronca nele ao mesmo tempo que prestava condolências a ela… Bom, agora ela sabe.

Mendeln foi dar uma volta e percebeu que além de curado das chicotadas, não tinha nenhuma cicatriz. Enquanto andava sentiu presenças estranhas e teve a visão de homens vestidos em túnicas pretas, armaduras e de capuz. Assustado tentou correr para o acampamento quando foi atacado por um monstro com cara de sapo. Desesperado, ele viu em sua mente aqueles símbolos que estavam escritos na pedra estranha na floresta, dessa vez com outros símbolos que ele não tinha visto antes e com a diferença que agora ele sabia como lê-los!

Ao pronunciar as palavras, causou uma explosão de luz que cegou o monstro e Mendeln aproveitou para correr de volta ao acampamento. O monstro foi até lá e Achilios o acertou com sua flecha, mas mesmo nessas condições o monstro conseguiu ferir Serenthia. Do nada o monstro começa a ser soterrado e, enquanto ele era coberto de lama, gritou um nome: Grande Lucion.

Foi Uldyssian que derrotou o monstro. Em seguida ele foi curar Serenthia e explicou que tudo que aconteceu em Seram foi sua culpa. Ao se perguntarem sobre a origem da criatura, Lylia logo interveio afirmando que obviamente é o real assassino dos missionários, destacando que o monstro tinha garras imensas. Mendeln não estava convencido, estavam muito longe de Seram, mas Lylia veio com uma resposta plausível: a criatura seguiu Uldyssian para não ser descoberta.

Quando comentaram que a criatura teria dito um nome, Lylia quis desconversar, agarrou o braço de Uldyssian enquanto falava aos outros que provavelmente não era nada demais. Mendeln lembrou que o nome falado era Grande Lucion, mas Uldyssian disse que isso tudo provavelmente era culpa dos Clãs dos Magos e Lylia ficou extremamente satisfeita com a afirmação…

Decidido, Uldyssian declarou que todos iriam para Kehjan para mudar o mundo! Ok, então. Mendeln estava achando isso uma loucura e aparentemente era o único a achar isso. Era um caminho de destruição, e Uldyssian arrastaria todos com ele…


Longe dali, Malic percebeu o fim que seu caçador teve quando olhou seu medalhão com três joias onde deveriam ter quatro, o monstro foi enviado para investigar a energia que seu mestre sentiu. Agora ele teria que ir pessoalmente junto com os Guardiões da Paz (que não sabiam a verdade sobre o Triuno) cumprir essa missão em que falhas não são toleradas. Suas mãos já estavam manchadas de sangue, foi capaz de qualquer coisa para chegar onde chegou. Ele teria êxito.


Uldyssian uma vez foi conformado com a vida simples de fazendeiro que tinha, mas agora sentia-se capaz de qualquer coisa! Ele acreditava que tudo isso era devido à inspiração de Lylia, além do conhecimento que ela tinha da região, trilhas e armadilhas do caminho. Como ninguém está suspeitando ainda? Percebeu que seu irmão não estava em pleno acordo com suas ideias, logo teria que dar um jeito nele já que as pessoas estranhariam que seu irmão fosse contra seus ideais… Então Uldyssian percebeu que estava pensando besteira, seu irmão era tudo para ele. Mas isso não mudou o fato de ele querer convencer Mendeln.

Estavam chegando à Partha quando Achilios sugeriu que fizessem uma parada (na verdade ele queria beber!), mas Lylia sussurrou no ouvido de Uldyssian que seria melhor irem direto para Kehjan e este acatou de pronto. Só que ainda havia algo que ele precisava fazer, chamou Serenthia para conversar. Desculpou-se pela morte de Cyrus na tempestade que ele causou, mas para a surpresa dele ela já o havia perdoado. Ela, aproveitando a oportunidade, tentou convencê-lo a ouvir mais ao seu irmão. Percebeu que se tratava de Lylia e ficou irritado e encerrou o assunto.

Então Uldyssian pede para segurar as mãos de Serenthia para despertar os poderes dela, como despertou os de Lylia. Concentraram-se, os olhos dela ficaram completamente brancos e isso surpreendeu Uldyssian que acreditou ter tido sucesso. Só que ela soltou as mãos dele em choque e correu em direção ao acampamento deixando ele confuso, esperava uma reação mais eufórica como a de Lylia…

Seguindo viagem eles cruzaram uma caravana mercante, Uldyssian aproveitou para perguntar como estava Kehjan e um deles respondeu que os Clãs dos Magos estavam em trégua, os nobres apenas observavam e enquanto os clãs os deixavam tomar conta da cidade, assim teriam tempo de tramar um modo de sair da trégua. Rindo, o mercador resumiu: Kehjan continua a mesma de sempre.

Uldyssian percebeu que Serenthia estava evitando ele, Lylia garantiu que continuasse assim ao dizer ao par que ela conseguiria se adaptar à nova condição sozinha. Uldyssian confiava e não sabia mais viver sem Lylia, sentia como se a conhecesse há muito tempo…

Serenthia não reconhecia mais Uldyssian, ela via e acreditava nos poderes dele, até perdoava o que tinha acontecido com o pai dela. Perdida nesses pensamentos enquanto estava sozinha buscando lenha, Lylia foi sorrateiramente até ela. Serenthia ia falar alguma coisa, mas logo foi interrompida por ela: “Você é especial para Uldyssian, então, especial para mim. Eu quero todos os amigos dele confortáveis comigo. Eu quero que pense em mim não só como amante dele, futura companheira dele, mas como sua amiga também…” * respira *

Ao ouvir isso Serenthia apenas chorou e correu como se não houvesse amanhã floresta a dentro… E deu de cara com Malic e os Guardiões da Paz! Ela sabia que não poderia abrir a boca, mas adivinha? * facepalm *

Uldyssian percebeu algo estranho no ar, perguntou a Lylia onde Serenthia estava, que respondeu que logo ela estaria de volta.

Malic hipnotizou Serenthia para que ela os levasse direto para o acampamento. Chegando lá ela disse aos amigos (menos Achilios, que estava na floresta) que Malic veio para ajudar. Uldyssian até quis acreditar, mas ele estava sendo hipnotizado! Então a fogueira, como uma erupção, ergueu suas chamas e todos se livraram da hipnose. Uldyssian gritou para Serenthia correr até ele, ela foi, em seguida foram cercados.

Uldyssian usou a força do ar para arremessar os inimigos longe, Malic não saiu do lugar e contra-atacou com um poder que os pressionou ao chão, de joelhos. Ao ver a vida dos seus amigos em perigo (Lylia não está no seu campo de visão), Uldyssian juntou toda sua força e se ergueu, derrotando dois dos Guardiões da Paz. Malic não pareceu surpreso, ofereceu à Uldyssian um lugar no Triuno onde seria tratado como um filho, mas foi prontamente recusado.

Os Guardiões da Paz se reagruparam e Uldyssian foi capaz de enxergar a aura maligna de Malic. Viu que seus amigos estavam bem. Só que Malic não tinha terminado: usando o medalhão, invoca um golem das cinzas da fogueira. Era para Uldyssian ter virado poeira, mas não apenas ele derrota o monstro como se cura quase que instantaneamente de todas as queimaduras sofridas! Seus amigos ficaram extremamente confiantes, mas aí Malic apelou…

Chamando pelo nome de Lucion, Malic usou seu medalhão para invocar dois monstros usando o poder das duas joias restantes. Uldyssian estava sendo derrotado, sabia que o queriam vivo, mas temia por seus amigos. Então ele sente a força dentro dele crescer e percebeu que era Lylia que fazia isso.

Malic percebeu e procurou quem era responsável pela recuperação de Uldyssian: descartou Serenthia, também descartou Mendeln – percebeu que tinha algo diferente nele, mas percebeu Lylia. Quando estava prestes a atacá-la, foi atingido por uma flecha de Achilios e, enquanto isso, Uldyssian estava acabando com todos os outros Guardiões e monstros! Malic não sentia dor graças ao seu mestre, conseguiu remover a flecha e se curou. Viu que a situação estava complicada, invocou uma nuvem de fumaça com o propósito de distrair os inimigos enquanto fugia.

Enquanto o grupo estava se recompondo, lembraram que Malic disse o nome Lucion (como o primeiro monstro) e começaram a juntar os pontos…


Quando Malic voltou ao Templo do Truino recebeu punição, foi torturado. O Sumo-Sacerdote, Primus, logo o libertou e transformou uma das mãos de Malic em algo escamoso e monstruoso, também deu uma nova chance a ele e o conhecimento: Primus na verdade é Lucion, filho de Mefisto. Então Lucion levou Malic para um salão secreto do Templo.

Enquanto caminhavam para lá, o livro nos traz os pensamentos de Malic e a história da Criação que ele tem conhecimento, e é um pouquinho diferente da verdade: são poucos que conhecem o nome Santuário e sua origem, assim como Diablo e Baal. Santuário teria sido criada pela união dos poderes de Diablo, Baal e Mefisto. Depois da traição de aliados, foram exilados de Santuário por séculos e agora voltaram para livrar a humanidade dos traidores que nos tratam como peças de um jogo… Ah, que legal da parte deles! Depois disso, apenas os merecedores poderiam viver.

Morlu Caster

No fim do corredor eles encontraram os morlu, soldados sem vontade própria que vivem apenas para lutar sem parar. Ali eles lutavam numa carnificina sem tamanho, mortos e pedaços de corpos para todos os lados. E pensar que morlu já foram humanos…

Lucion apontou para o centro da sala, onde Malic pode ver uma pedra negra – que chega a ser do tamanho de um homem – que chamavam de Blood Marble (tradução direta é: Mármore de Sangue, mas pode ser traduzido como Escultura de Sangue), mas Lucion a chamava de Kiss of Mephisto (obviamente, Beijo de Mefisto. Alguém quer um beijinho?). A pedra tinha o poder de reconstruir os morlu e, quando reconstituídos, voltam a lutar.

Lucion chamou por um morlu em particular: Damos. Uma criatura imensa e grotesca, foi reconstituído tantas vezes que tem a cara toda torta! A ordem era para que ele e Malic capturassem Uldyssian vivo e se livrassem dos outros. Sem falha.

Depois que eles partiram, Lucion ficou pensando na segunda presença que sentiu e que poderia atrapalhar seus planos. Optou por não avisar seu pai, tinha medo, contava que Malic desse um jeito e resolvesse o assunto. Ele conseguia enxergar através dos olhos de seu servo, por isso estava extremamente receoso da volta de Lilith, acreditava que ela estava exilada ou até mesmo morta. Ou tudo isso pode ser um plano de seu outro inimigo…


Uldyssian e os outros deixaram o acampamento, estranharam que os Guardiões da Paz não tinham cavalos e usaram os que já tinham para ir embora. A cara de Mendeln não estava nada boa, seu irmão achou que tudo o que aconteceu foi demais para ele, mas ninguém sabia o que ele estava vendo: figuras fantasmagóricas dos Guardiões da Paz mortos (montados nos seus cavalos!) os seguiam!

Quando finalmente pararam à beira de um riacho, Mendeln de alguma forma percebeu que a água estava envenenada. Lylia sugeriu que Uldyssian purificasse o rio simples assim, e funcionou! Enquanto levantavam acampamento, Achilios foi dar uma volta pois estava desconfiado de algo que viu no caminho e, quando voltou, disse que Partha estava a menos de uma hora de distância dali e que encontrou um menino que confirmou essa informação.

Era para eles estarem longe de Partha agora, desconfiaram que isso foi obra de Malic, mas mesmo assim decidiram ir até lá.


Chegando na cidade encontraram o menino Cedric e seu pai, Ethon ul-Garal, velho conhecido do pai de Serenthia e de Uldyssian. O lugar era pacífico, observavam as crianças brincando e uma delas chamou a atenção de Uldyssian, um menino com um braço deficiente que o fez lembrar de sua irmã Ameli, que tinha a mesma condição.

Ethon disse que há um ano que ninguém do Triuno passava por ali e que estavam felizes com isso, o que deixou o grupo grato. Enquanto Ethon se empolgava dando uma de guia turístico pela cidade, Uldyssian foi até o menino que viu antes e pediu para a mãe dele se podia tocar no braço da criança. Obviamente a mãe não gostou, mas cedeu quando ele explicou sobre Ameli. Pensando em como poderia ter feito mais pela irmã se tivesse descoberto seus poderes antes, chorou enquanto tocava o braço do menino. De repente Uldyssian é acordado por um abraço, era a criança, agora com os dois braços perfeitos!

Uldyssian ficou com medo, já esperava ser hostilizado, lembrou de tudo que aconteceu em Seram, mas o oposto aconteceu: a mãe emocionada e todos em volta se ajoelharam como se estivessem diante de um rei, ou algo mais….


As peças desse jogo começam a dar as caras (apesar do nome já entregar as cartas :P). Na próxima parte tudo fica mais escancarado – e o bagulho fica louco!

Continua em Parte 6: Guerra do Pecado – BIRTHRIGHT III!
Até breve!™

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