Feliz 2020! Demorei por motivos de vida louca e filhotes recém-nascidos de gatinho! No meu Twitter tem fotinhas! ♥

Enfim!

Agora o negócio fica tenso!

Logo de cara temos um personagem que tava faltando dar o ar da graça. ♥
Acho que essa parte foi a mais longa até agora. Eu tento ‘enxugar’ o máximo que possível, mas tem coisa que num posso deixar passar!

Segura na mão de Akarat e vai! /o/


Começamos direto da Catedral da Luz!

Seis mulheres vestidas de branco entoam cânticos para seu expectador ilustre, elas o adoravam ao ponto do fanatismo, mas estavam ali para ajudá-lo a esquecer – brevemente – o passado glorioso que ele tinha deixado para trás.

O Profeta é descrito como um jovem de olhos azul-prateados, pele de marfim e cabelos dourados. Não tão alto como os Inquisidores, mas pergunte a qualquer um ali e a resposta será unânime: o Profeta era per-fei-to! * com gritinhos *

Artistas tentaram (em vão) reproduzir o paraíso nas paredes e no teto do aposento. O Profeta descreveu tudo, mas isso é muito além do que a mente humana poderia acompanhar. Mesmo assim ele olhava as pinturas enquanto vagava em pensamentos, até que aquela cantoria toda começou a incomodar e ele mandou todo mundo vazar. 😛

Faziam séculos que ele estava entre os humanos, tentava esquecer o passado, mas sua prioridade era construir um futuro livre de imperfeições. Grande parte da culpa do que estava acontecendo era dela e sua traição. Ainda não conseguia escondê-la de seus pensamentos e agir como se ela nunca tivesse existido. Ele ainda lançaria toda sua fúria sobre qualquer um que ouse tramar contra ele!

Viu seu reflexo humano e, estranhamente, sentiu vontade olhar o seu reflexo de verdade. Ergueu suas mãos e tudo virou luz, tudo na sala desapareceu, permanecendo apenas o Profeta. Então o aposento foi tomado por chamas brancas e uma figura alta, encapuzada e com asas dessas mesmas chamas revelou-se. Como disse antes, uma figura difícil para ser compreendida por mortais. Ainda mais que embaixo do capuz não havia um rosto, era pura energia e som, faixas de luz assemelhavam-se a fios de cabelo.

As chamas diminuíram e ele pode contemplar sua imagem gloriosa, com sua túnica feita de luz e armadura com brilho acobreado, além de asas que ocuparam todo o lugar. Sua figura destacava-se até mesmo se comparada aos seus semelhantes.

E o nome. O nome que ela costumava murmurar apaixonadamente: Inarius. Sua voz, que não era necessariamente som, era uma vibração dentro dele: “Sou Inarius NOVAMENTE”. Ele, que já fez parte do Conselho Ângiris e comandou um exército de anjos no Conflito Eterno, rebelou-se tanto contra o Paraíso Celestial quanto o Inferno Ardente por estar cansado de batalhas sem sentido. Nem Tyrael, essência da Justiça, conseguia enxergar e entender a verdade.

Encontrou, entre anjos e demônios, vários simpatizantes à sua causa. Em especial, uma demonesa, que bem antes dele já planejava rebelar-se. Ela. Aquela que despertou o amor dentro dele, como ele despertou nela e, juntos, criaram Santuário.

Uma observação: acompanhando os eventos que aconteceram até aqui, é normal duvidar que ela realmente tenha amado Inarius – ou seja sequer capaz de ter esse sentimento. Nesse trecho o livro é claro, mas mesmo assim eu ainda tinha dúvidas. Já estou adiantada na leitura e posso falar com precisão: do jeito dela, ela amava ele sim! 

Ela transformou esse sonho paradisíaco em um mar de sangue. Olhando para o espelho, Inarius viu ela ao seu lado novamente, como ele se recordava. Imaginava que hoje ela provavelmente teria adotado outra forma, talvez até uma forma masculina. Era uma ameaça a tudo que ele planejou:

“VOCÊ NÃO VAI TIRAR SANTUÁRIO DE MIM”, disse para o reflexo. “EU NÃO VOU DEIXAR VOCÊ DESTRUIR MEU SONHO NOVAMENTE! SANTUÁRIO E TUDO QUE EXISTE NELE NÃO SERÃO SEUS, MESMO QUE EU TENHA QUE DESTRUIR COM MINHAS MÃOS…COMO É MEU DIREITO…”

Foi Inarius que protegeu Santuário da vista do Paraíso Celestial e impediu vários planos dos Males Supremos (e Lucion) quando eles descobriram sua existência. Ele sabia que ela voltaria e já tinha um plano, não deixaria que usasse os nefalem para seus fins novamente!

Voltou para a forma humana, agora era possível ver em seu rosto a expressão de descontentamento: “E você não deveria ter ousado tentar meu caminho de novo, Lilith…”. Pausa dramática.


Voltamos para Partha, Uldyssian e seus amigos estavam sendo tratados como realezas pelos moradores. A história do menino curado na praça correu como rastilho de pólvora. Bartha, a mãe do menino, foi quem ajudou a espalhar o “milagre” que aconteceu com seu filho.

Os habitantes deixavam prendas (comida, presentes, etc.) na porta da casa de Ethon, o que deixou Uldyssian muito incomodado. Determinado, foi até a praça falar com as pessoas para que não fizessem mais isso, as pessoas o reverenciavam, mas queria deixar claro que era apenas um fazendeiro e que essa habilidade estava adormecida dentro de todos eles!

O que era para ser uma noite tornaram-se dias. Uldyssian estava preocupado pois ninguém tinha desenvolvido poder semelhante ao dele, ele atendeu cada um em Partha (salvo criminosos e pessoas de índole duvidosa apontadas por Ethon). Na praça, chamou por Bartha e Jonas, um rapaz que teve seu rosto desfigurado pela praga. Uldyssian pediu que Bartha tocasse o rosto do rapaz (ela atendeu prontamente, confiava cegamente), Uldyssian fez o mesmo, concentraram-se e o rapaz foi curado de suas feridas. Bartha disse ter sido capaz de sentir a energia fluindo nela também.

Um pouco longe dali, Lylia observava tudo sem ser notada. Já era para eles estarem em Kehjan, pensou, estranhou a forma como ‘voltaram’ para Partha. Só que ela adaptaria seus planos: “Você ainda vai me trazer o que é meu por direito, Uldyssian… Você vai… Mesmo que tenha que morrer para isso…”. #deuruim


Achilios achava que Serenthia ficaria ajudando Uldyssian (já era íntimo da friendzone) lá na praça, surpreendeu-se ao encontrá-la na janela observando ele de longe – ela também observava Lylia, que estava na outra janela. Aproximando-se com o pretexto de oferecer água, eles conversaram. Falaram sobre suas infâncias, a amizade dos dois rapazes, até que o assunto foi sobre Lylia.

Serenthia não entendia como o relacionamento dela e Uldyssian escalou tão rápido, Achilios preferiu mudar de assunto e perguntou para ela se seus poderes haviam aumentado. Ela se irritou com a insistência do rapaz, não sabia responder essa pergunta. Achilios estranhou, Lylia era capaz de fazer plantas darem frutos e curar pequenos ferimentos. Serrenthia retrucou perguntando se Achilios tinha desenvolvido alguma habilidade, mas ele também não sabia, não se importava muito com isso…

O que não ficava claro para Serenthia era como Uldyssian teria despertado seus poderes pela primeira vez em Seram. Mendeln sofreu tanto quanto o irmão, a pressão emocional quando ele foi chicoteado deveria ter sido um gatilho para desencadear alguma habilidade.

Achilios, DO NA-DA, teve um pressentimento urgente e saiu correndo sem falar nada. Serenthia ficou preocupada e com cara de bolinha. Achilios não fazia ideia para onde Mendeln tinha ido, esse pressentimento foi em relação ao seu amigo…


Mendeln estava dando aquele rolê deboas pela cidade (até onde dá para ser deboas quando tem fantasmas no seu pé!), mas estranhou que não havia som algum nas ruas. Queria contar para alguém o que estava acontecendo com ele e tudo o que via, mas não sabe dizer porque não fez até agora. Depois de um tempo deixou de temer os fantasmas, tentou pedir para que eles fossem embora, foi ignorado, então desistiu de tentar falar com eles outra vez.

Em sua caminhada percebeu que tudo a sua volta estava perdendo a cor e não havia nenhuma pessoa por perto. Tentou voltar, mas deu de cara com o caminho que estava tentando evitar: a direção de um cemitério abandonado. Não parecia ser de Partha.

No minuto seguinte viu-se dentro do cemitério e percebeu que os fantasmas já não o seguiam mais. Mendeln começou a reparar nos túmulos, eles tinham as mesmas inscrições daquela pedra em Seram, dessa vez com mais símbolos que não reconheceu.

Avistou uma estátua fascinante no meio do lugar e caminhou em sua direção, viu que a estátua tinha uma arma em uma das mãos. Pensou que era algo relacionado aos Clãs dos Magos, ou talvez algo que explicasse tudo o que está acontecendo com ele e seus amigos.

Subitamente, a estátua pairou sobre ele, ela tinha asas, estava encapuzada, usava túnica e uma armadura que lembrava a dos Inquisidores da Catedral da Luz, mas algo muito mais bonito e com inscrições no estranho idioma. Reparou que essas asas não eram como as de pássaros, parecia chamas. Mendeln irritou-se e exigiu alguma resposta, então a estátua apontou para a sua base onde haviam inscrições que ele ainda não conseguia ler.

“O Dragão escolheu você…”, ele ouviu.

Mendeln olhou novamente o que estava escrito e conseguiu ler essa frase. Mas que Dragão? É livro de kung-fu agora? Pensou: “O que aconteceu?”. Percebeu o tempo verbal da frase, sendo que na verdade deveria se perguntar o que está acontecendo (parece confuso, mas nas próximas partes isso vai fazer um pouco de sentido).

De repente os túmulos começaram a se revirar, a estátua desenhou um símbolo no ar (algo parecido com um punhal) e uma luz intensa tomou conta do lugar mudando tudo que estava em volta de Mendeln. Percebeu que estava de volta à Partha em frente do bem-cuidado cemitério da cidade – que não tinha aquela estátua. Mendeln então é puxado e virado em outra direção…

Era Achilios. Mendeln não explicou o que estava fazendo ali, mas perguntou ao amigo se este o seguiu, que confirmou. Quando estavam voltando, Mendeln percebeu que os fantasmas já não o seguiam mais e pronunciou um baixo agradecimento.

Achilios reparou que as mãos do amigo estavam sujas de terra e perguntou o que aconteceu, Mendeln desconversou dizendo que tinha apenas tropeçado, os pensamentos dele estavam focados no tal Dragão e na razão que ele teria sido escolhido e para o quê.

A história não colou, Achilios reparou até no tipo de terra que tinha nas mãos do amigo. Lembrou do túmulo que foi violado em Seram do qual o responsável por isso nunca foi encontrado… Tinha certeza que a terra nas mãos de Mendeln era de cemitério (não tinha terra igual em nenhum lugar da rua). Mendeln o assustava mais que Uldyssian…


Mais um dia passou e nenhum morador de Partha desenvolveu nova habilidade. Uldyssian estava preocupado com isso, mas foi tranquilizado por Lylia. E em dois dias, aconteceu. Enquanto estava atendendo os moradores, avistou Romus, um homem que tinha uma cicatriz imensa na cabeça. Ethon advertiu que o homem era um criminoso, mesmo assim Uldyssian foi falar com ele.

Fez com ele o que fez com todos os outros moradores, despertando seus poderes. Romus ria como uma criança e, quando passava a mão na sua cabeça, curou-se de sua cicatriz! Lylia fez questão de que todos vissem que o homem tinha se curado sozinho. Romus prometeu se tornar uma pessoa melhor.

As pessoas ajoelhavam-se diante de Uldyssian. Ele exigiu que as pessoas levantassem, era um simples fazendeiro. Não haveriam mestres, apenas iguais. Sabia que de nada isso iria adiantar, conformou-se em ser tratado como um professor ou guia, acreditando que logo outros seriam bem-sucedidos e replicariam seus conhecimentos. Não havia necessidade de pressa em partir para Kehjan. #LyliaNãoCurtiu


Malic não falharia dessa vez. Tinha receio de Domus e os outros quatro morlu que acompanhavam. Morlu são uma faca de dois gumes, tinham tendência por destruição e Malic queria terminar o serviço sem bagunça.

Domus estava farejando o grupo de Uldyssian e apontou para a direção de Partha. Malic estranhou, sabia que o grupo queria ir para Kehjan e era para estarem longe dali. Não debateu, confiou no instinto de Damos e partiram para Partha em suas montarias silenciosas que tinham cascos que não encostavam no chão!


Uldyssian tinha ido dormir exausto aquela noite. Estava sonhando com um paraíso perfeito onde pessoas se ajudavam, até que…

…Uma calamidade começou.
Fissuras abriram-se no céu e na terra. Figuras aladas e monstros apareceram dessas fissuras e seus exércitos colidiram! A humanidade, pega no meio do conflito, estava sendo dizimada. Eram homens, mulheres e crianças sendo mortos em uma cena horrível. Uldyssian gritava para que parassem, mas ninguém dava ouvidos.

Achilios gritava para que Uldyssian fizesse alguma coisa, dizia que tudo que estava acontecendo era culpa dele! Ele negava desesperadamente quando, ao longe, viu Serenthia no meio da batalha olhando-o de longe. E ela disse: “Tenho fé em você”. Em seguida foi decapitada no meio da treta. Uldyssian entrou em desespero e tentou correr até ela.

Então Mendeln, que estava com uma aparência cadavérica, o impediu: “Não se preocupe mais com ela. Ela é uma das minhas agora”. Atrás de Mendeln viu rostos de pessoas de Seram e Partha, todos mortos com corpos em decomposição. Mendeln seguiu em frente, o corpo de Serenthia ergueu-se, Achilios foi atrás deles levando a cabeça da moça nas mãos. E a batalha prosseguiu…

Uldyssian ouve uma voz chamar seu nome. Era Lylia. Ninguém se aproximava dela, como se a temessem. Ela correu para os braços dele e, quando ele foi beijá-la, estava preso num abraço esmagador. A figura de Lylia se transformou: dentes pontudos, olhos sem pupila, pele com escamas, cabelos verdes longos e… sem roupa (sério!).

Uldyssian estava horrorizado, mais ainda por estar atraído por aquela figura que também tinha uma cauda e pernas de cabra! E ela ainda debochou: “Não sou tudo o que você sonhou? Não sou tudo o que deseja?”.

E então acordou.


Uldyssian não contou para Lylia o que aconteceu no pesadelo. Depois de certificar que ele não teria mais pesadelo nenhum (momento Careless Whisper +18 ( ͡° ͜ʖ ͡°)),  Lylia permaneceu acordada. Sabia que sonhos podiam ser premonições e preocupou-se – ela tem habilidade de ver um pouco da mente de Uldyssian. Pesadelos também são avisos, de onde teria vindo esse?

Ela foi cuidadosa, fez tudo para ocultar sua presença, era certo que o Paraíso Celestial não sabia de nada porque ele não deixaria Santuário ser descoberto. Tranquilizou-se, era dona da situação. Ela que despertou o poder dos nefalem no tolo ao lado dela e, através dele, despertaria em todos os mortais.

E se Uldyssian ul-Diomed falhasse em continuar como um filhote obediente, Lylia simplesmente o mataria e encontraria outro tolo. Afinal, haviam tantos homens


Quatro dias passaram, o hype do Uldyssian na cidade diminuiu e as pessoas voltaram aos seus afazeres para garantir o pão de cada dia. Ele estava precisando de um tempo sozinho e foi caminhar durante a noite para não ser reconhecido. Pensou no seu irmão e no quanto que ele estava afastado dele, assim como de Serenthia.

A escuridão da rua o confortava. Pela primeira vez, desde a calamidade em Seram, sentia-se como um homem comum. Até que ouviu vozes, eram sussurros inteligíveis que vinham de outra direção. Perguntou quem estava ali e mais uma voz foi ouvida.

Não havia ninguém a sua volta e tudo ficou mais escuro, então tentou usar seus poderes para iluminar o lugar e não conseguiu. Ao ouvir uma voz a sua direita, foi atacado por algo que ele não sabia dizer se era um tentáculo, estava tentando enforcá-lo. De repente a criatura gritou e fugiu enquanto esbarrava nos prédios pela rua.

Achilios tinha atingido a criatura com uma de suas flechas. Logo concluíram que era um ataque por parte de Malic. Uldyssian perguntou como seu amigo sabia onde ele estava, a resposta foi que ele simplesmente pensou que Uldyssian estava em perigo e correu para ajudar.

Uldyssian fez o amigo prometer que caso algo acontecesse com ele, Achilios protegeria os outros. Achava que sua presença colocaria em risco a vida deles e que seria melhor seguir sozinho. Seu amigo respondeu que irão juntos até o fim, os outros não concordariam em se separar.

Ethon aparece com seu cavalado e aborda os dois na rua. Despertou imenso interesse no arco de Achilios e pediu para tocar a arma que foi feita por Trema, pai do caçador. Ao devolver, comentou que queria ver a arma em ação novamente… Já viram que vai dar ruim, né?


Voltando ao Templo do Triuno, Primus estava com seus sumo-sacerdotes, Herodius e Balthazar. Normalmente, depois do sermão, eles se reuniam (Malic incluso) e debatiam sobre o andamento dos planos de dominação mundial, mas não aquele dia.

Humanos de mente fraca, quando chegavam ao ponto do fanatismo, eram fáceis de serem doutrinados ao Ódio, Destruição ou Terror. Isso os humanos na frente dele poderiam fazer sem seu auxílio. Orientou seus subordinados e quis ficar sozinho. Estava preocupado com os sacrifícios que teria que fazer caso ela esteja de volta. Malic era só uma distração para as outras intenções de Lucion.

Então chamou Ikarium, um humano ambicioso que esperava subir na hierarquia do Triuno. Ele ofereceu suas irmãs a ele (Lucion conhecia os prazeres terrenos ( ͡° ͜ʖ ͡°), preferia mulheres humanas, virgens em especial…), mas Ikarium ajudou elas a fugir. Só que seu melhor ‘amigo’, Tomal, o traiu. Suas irmãs foram vítimas de Lucion e isso deixou Ikaruim muito irritado (a intenção era um palavrão aqui) e, quando este ameaçou qualquer revolta, veio um morlu e cortou sua cabeça. Fim.

O morlu saiu deixando a carcaça lá. Então Primus chama por dois demônios: Astrogha, súdito de Diablo, e Gulag, súdito de Baal. Ao primeiro, Primus ofereceu o corpo do pobre Ikarium, e ao segundo ofereceu a cabeça. Mas Lucion não fez isso de graça, queria um favorzinho dos dois…


Uldyssian estava em alerta, Malic estava próximo e ele temia por Lylia (ah, os amigos dele também!). Ethon, percebendo a preocupação do hóspede, ofereceu seus conselhos e marcou de conversarem depois.

Horas mais tarde, Uldyssian foi até o escritório de Ethon e viu Cedric saindo de lá. O menino estava agindo de forma estranha, mas não deu mais atenção que isso. Contou a Ethon suas preocupações o conselho recebido foi bem simples: ir embora sozinho, de preferência naquele momento, chamaria a atenção do Triuno para si e isso deixaria seus amigos – e a cidade – seguros.

Quando terminaram de conversar e Uldyssian foi cumprimentá-lo, teve um mau pressentimento. Nesse momento ele olha para o teto e um morlu cai dali em cima dele imobilizando-o, a voz de Ethon mudou. Malic matou Ethon e tomou sua pele como disfarce, adaptando-se ao tamanho do corpo dele. Tendo sido descoberto, Malic começou a revelar sua forma e sua mão com aspecto horroroso que Uldyssian não falhou em perceber que foi a mesma que tentou atacá-lo na rua.

Então Cedric voltou. Temendo pela vida do menino, Uldyssian gritou para que ele fugisse, mas chocou-se quando ouviu que a voz não era a mesma e, portanto, o menino teve o mesmo destino do pai. Na pele de Cedric estava Damos, que procurava por Lylia. Malic ordenou que Damos a encontrasse logo, já que ele estava mantendo um feitiço que camuflava os sons da casa para que os guardas não percebessem.

Uldyssian acreditava que o motivo para irem atrás de Lylia era para fazê-lo se render o Triuno, mas Malic disse: “Talvez ela esteja seduzindo um deles para tomar o seu lugar”. Isso deixou Uldyssian irado (a intenção era outro palavrão aqui), o que deu forças para que ele desvencilhasse do morlu e revidasse! Começou a maior treta e Uldyssian, ao derrotar um morlu, voou com ele pela janela e foram vistos pelos guardas de Ethon. Uldyssian resumiu o que estava acontecendo.

Quando voltaram para a casa deram de cara com um cadáver esfolado de uma das empregadas, provavelmente Ethon e Cedric tiveram o mesmo fim #luto. Uldyssian instruiu os guardas e foi até o andar superior encontrar seus amigos. Já achava que iria encontrar Lylia morta, tinha determinação para enfrentar cem Malics!

No quarto só estava uma empregada que apontava apavorada para o armário. Quando ia abrir o armário para investigar, percebeu quase tarde demais o disfarce do inimigo e o morlu pulou em cima dele com um machado…


Eu podia ter colocado a imagem da Lilith que aparece no D3 (do mesmo lugar que veio essa do Inarius)? Sim. Mas nas próximas partes quero debater a aparência da demonesa com vocês. É algo que me deixou meio bolada. ._.’

OBS.: A primeira vez que escrevi esse post pro blog antigo eu nem sonhava com a aparência da Lilith no Diablo IV!

Em Breve: Parte 7: Guerra do Pecado – BIRTHRIGHT IV!
#SóVamo! Até lá! 😀

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